Meu Perfil
BRASIL, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Esportes, Esportes
MSN -



Histórico


UOL
Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 Warm UP/Grande Prêmio
 Blig do Gomes
 Victal - Victor Martins
 Laje de Imprensa - Bruno Vicaria
 Blog do Ico
 A Mil por Hora - Rodrigo Mattar
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis
 Voando Baixo - Rafael Lopes
 Blog do Grünwald
 Saco de Batatas - Gabriel
 Pandini GP
 Tudo 1 Pouco - Rubens Alves Jr.
 Blog do Fred Sabino
 Blog Saque e Voleio - Alexandre Cossenza


 
 
Num Sei Que Lá


Bem-vindo Rio 2016! Adeus Jacarepaguá





Jacarepaguá antigamente (foto de cima) e como vai ficar para os Jogos Olímpicos de 2016

Minha primeira reação a escolha do Rio de Janeiro como sede da Olimpíada de 2016 foi de pesar. Pesar, pois isso significa que o esporte que eu mais gosto, o automobilismo, deixará de existir na cidade que eu mais amo.

Isso começou a acontecer em 2005, quando foram contruídos o Parque Aquático e o Velódromo para o Panamericano de 2007. As obras mutilaram o circuito de Jacarepaguá e todo o setor norte do traçado ficou impossibilitado de ser usado para qualquer tipo de prova. Pelo que vi dos projetos para os Jogos Olímpicos, o Autódromo Internacional Nelson Piquet transformar-se-á, entre outras coisas, no "Centro Olímpico de Tênis", e, com isso, o automobilismo carioca morrerá de vez!

É triste ver o descaso das autoridades com a história do esporte brasileiro. Jacarepaguá foi palco de dez Grande Premios do Brasil de Fórmula 1, entre 78 e 89. Isso sem contar com as provas do Mundial de Motovelocidade, Fórmula Indy e as categorias nacionais.

Minha principal revolta se dá com o fato de que saindo do autódromo, em qualquer direção que se andar, não há nada construido! Essas instalações poderiam ser feitas em vários terrenos sem prejudicar a pista. Espero que construam um novo autódromo na capital fluminense e realmente acredito que o legado deixado pela Olimpíada será bom para a Cidade Maravilhosa e para o país.

Que venha o Rio 2016!!! Pois o automobilismo carioca já se foi há algum tempo.



Escrito por Léo às 13h15
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Terceiro lugar!

A estada em São Paulo tem sido muito boa! Deu para rever os amigos, aproveitar os pais e, de quebra, faturar um terceiro lugar na oitava etapa da Pró 500 na Copa SP de Kart da Granja Viana. Corridaça do narigudo Bruno Terena. Ele também deu sorte de um monte de gente quebrar. Com um kart bem ruim e um motor que não empurrava nem carrinho de bebê ladeira abaixo, só precisei completar a segunda bateria para garantir o terceiro lugar. A foto acima, aliás, foi feita pelo sósia do Prost.

Que venham as 500 Milhas 2009!



Escrito por Léo às 21h55
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Uma imagem vale mais do que mil palavras

Na minha modéria opinião, as imagens abaixo podem resumir todo o escãndalo volvendo Nelsinho Piquet e a alta cúpula da equipe Renault, entenda-se Flavio Briatore e Pat Symonds


Demitido após o GP da Hungria de Fórmula 1, Nelsinho - bancado pelo pai - foi à FIA e disse que a sua batida no GP de Cingapura, em 2008, foi proposital. Assim sendo, o brasileiro fez duas coisas de uma só vez: chutou o balde e deu um tiro no pé! Agora é esperar para ver o que vai acontecer com Piquet filho.

 



Escrito por Léo às 01h47
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Decepção

A Fórmula 1 prometeu lançar um jogo espetacular, com os carros já da atual temporada, as pistas super atualizadas... enfim, tudo para ser realmente O jogo de F1. Fantástico!

Pois bem, o jogo foi colocado em pré venda no site da categoria. Entrei na home do jogo para dar uma olhada, afinal estava ansioso para ver os gráficos. O que vi me deixou revoltado.

Os gráficos são péssimos! Parece jogo feito no começo dos anos 2000. Nem os "screenshots" são legais! Por enquanto só tem para PSP e Wii. O amigo Rafael Lopes acabou de me falar que os gráficos para PS3 e XBox 360 serão bem melhores.

Assim espero!



Escrito por Léo às 12h59
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



De volta à ativa

Algumas reflexões sobre a Fórmula 1 depois de muito tempo sem escrever nada aqui.

  • Os capacetes "comemorativos" que Rubens Barrichello tem usado ficaram muito bonitos e trouxeram sorte. Tanto em Valência, quanto na Itália o brasileiro não usou a pintura tradicional e venceu. Supersticioso como é, acho que deve seguir esta linha. O casco utilizado em Monza (foto) fico muito bonito

 

  • Outra coisa que me irrita são estes troféus padronizados do Santander. Nada contra o banco espanhol, mas, na boa, o Emilio Botín, presidente mundial do Santander, está dominando a Fórmula 1. Várias corridas (agora eu me lembro de Inglaterra e Itália) tem a instituição como principal patrocinador. E todos os troféus são o logo do banco, que é maneiro, mas para ser sempre assim, igual em todas as provas, cansa!


Escrito por Léo às 13h38
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



On the way to Neverland


Talvez Peter Pan tenha ajudado Michael Jackson a chegar à Terra do Nunca. "Segunda estrela à direita e direto até de manhã"

Vou escrever sobre algo que nunca me atrevi, mas não tem como não o fazer neste 25 de junho de 2009.

Como todos sabem, Michael Jackson morreu aos 50 anos após sofrer uma parada cardíaca em sua casa, na região de Beverly Hills, em Los Angeles. Cada tem uma opinião sobre ele, mas uma coisa é unânime, as músicas do cara são muito boas! Um crítico musical, que também é DJ (desculpa, mas não gravei o nome), disse em entrevista por telefone à GloboNews algo que é verdade: "Se você está tocando e a festa está morna, coloca uns dois ou três sucessos do Michael Jackson que a pista vai lotar".

Vendo (e revendo) as inúmeras homenagens e retrospectivas da carreira deste gênio, que começou com cinco anos, é impressionante como ele realmente parecia estar à frente de seu tempo e como músicas do fim dos anos 70 e começo dos anos 80 continuam atuais mais ou quase 30 anos depois. (De novo, não entendo de música. É apenas uma avaliação leiga)

Ninguém recebe o título de 'Rei' de qualquer coisa sem fazer por merecer, e Michael Jackson foi, e talvez continue sendo por muito tempo e com muitos méritos, o Rei do Pop.

Não vou entrar na parte dos escândalos, pois acho que - posso estar errado - ele merece ser lembrado pelos sucessos e pela genialidade, mas como Michael Jackson fez de tudo para não crescer, a famosa "Síndrome de Peter Pan", e inclusive chegou a ter um rancho chamado de "Neverland" - a Terra do Nunca do famoso desenho da Disney, onde as crianças nunca cresciam -, acho que agora ele, finalmente, chegou à sua "Neverland".



Escrito por Léo às 01h27
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Coincidência britânica


Espécie de cartão promocional do GP da Grã-Bretânha de 1950


Banner do GP da Inglaterra de 2009. Começo e fim da Fórmula 1 exatamente no mesmo local?

No dia 13 de maio de 1950 foi disputado o primeiro Grande Prêmio de uma recém criada categoria chamada de Fórmula 1, em Silverstone, na Inglaterra. 59 anos e 36 dias depois depois, no mesmo local, pode ter sido anunciado o fim do hoje gigantesco campeonato.

Estariam os deuses do automobilismo se manifestando de alguma maneira?



Escrito por Léo às 12h41
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



F-1 x F-1


Ferrari anuncia saída da Fórmula 1 (junto com McLaren, Renault, BMW, Toyota, RBR, STR e Brawn GP). Tempos difíceis e nebulosos virão

A Fota anunciou que as equipes que formam a entidade não correrão na Fórmula 1 organizada pela FIA em 2010. O "senhor-tenho-o-rei-na-barriga" Max Mosley quer impor um limite de gastos de £ 40 milhões, algo em torno de R$ 130 milhões. Mas isto, apesar de absurdo, já que atualmente as equipes gastam cerca de R$ 1 bi, não é o pior. O presidente da FIA quer limitar o desenvolvimento técnico das equipes que gastarem mais do que este valor e dar privilégios no desenvolvimento para as escuderias que acatarem o teto orçamentário.

A 'gangue dos times rebeldes', liderados pela Ferrari, vai fazer um campeonato independente. Agora, me diz uma coisa, o que é a Fórmula 1 sem os carros vermelhos e McLaren (além de Renault, RBR, STR, Toyota, Brawn GP e BMW)? Desde que me entendo por gente, quando penso em Fórmula 1, penso em Ferrari e McLaren, assim como quando penso nas equipes, penso na categoria. Uma não vive sem as outras.

Vai ser muito estranho ver um campeonato sem as duas principais equipes da história da Fórmula 1. No fundo, a sensação que eu tenho é que a Fórmula 1 está brigando consigo mesma. Isso não é bom e todos devem sair perdendo.



Escrito por Léo às 01h11
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Sansão da Fórmula 1?


Da esquerda para a direita, Button com seu capacete tradicional, com o desta temporada e com o que será usado em Silverstone. Deve-se mexer em time que está ganhando?

O inglês Jenson Button corre neste fim de semana no GP da Inglaterra com uma pintura de capacete nova. O líder da temporada fez um concurso em seu site e a sugestão do internauta Bernie Zobl virou o layout do casco do piloto da Brawn GP.

Pelo jeito Button não é supersticioso, porque se fosse não mudaria a pintura Amarela e preta que tem dado tanta sorte este ano.

Caso ele perca a corrida, o britânico poderia ser considerado o Sansão da Fórmula 1?



Escrito por Léo às 16h11
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Che spettacolo!!!

As últimas votas do GP da Catalunha de MotoGP foram de tirar o fôlego.

Sem palavras! Apenas, assistam!!!

Como prometido anteriormente, substitui o vídeo com um que mostra as últimas três voltas inteiras. Reparem na manobra do "Dottore" com 1m45s de vídeo. Simplesmente fantástico!!!



Escrito por Léo às 15h55
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



"Pode beijar a noiva"

Só para complementar o post anterior, não poderia deixar de colocar esta imagem. Tinha visto uma foto ontem no Tazio, que foi mostrada pelo amigo Bruno Vicaria. Achei esta no GPUpdate.net.

Já diz o ditado: "Uma imagem vale mais do que mil palavras", mas a minha impressão é que este beijo é um misto de agradecimento, paixão, reconhecimento e até breve. A verdade é que nenhum casamento conclui-se sem que antes o padre fale "pode beijar a nova".



Escrito por Léo às 20h38
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Casamentos mágicos



Guga e Helinho, dois tricampeões com relações íntimas com seus palcos prediletos

Dois brasileiros, dois templos do esporte mundial, dois casamentos perfeitos, dois tricampeões. Estas são as primeiras coincidências que me vêm à memória para relacionar a ligação que Hélio Castroneves tem com o Indianapolis Motor Speedway e Gustavo Kuerten tinha com Roland Garros. Guga parecia se agigantar quando chegava ao Grand Slam francês e a mesma coisa parece acontecer com o brasileiro da Penske.

O resultado das 500 Milhas de Indianápolis de hoje foi algo que nem mesmo Stanley Kubrick poderia criar. Menos de dois meses após ser inocentado de sérias acusações de sonegação fiscal pela receita federal americana, Helinho entrou de vez para a história do tradicional circuito de Indiana. O brasileiro está entre os nove maiores vencedores da corrida e a apenas uma vitória de igualar os maiores campeões da Indy 500: A.J. Foyt, Al Unser e Rick Mears.

Guga também começou a escrever seu nome na história do tênis mundial com o saibro francês naquele supreendente torneio de 1997. Desde então, a cada ano, quando chegava o charmoso Grand Slam, os adversários pareciam tremer e temer ainda mais o brasileiro do que em outras disputas ao longo da temporada. Castroneves também. Depois de vencer as 500 Milhas na primeira vez em que correu no oval de 2,5 milhas, o piloto de Ribeirão Preto chega com moral e colocando banca para cima dos rivais.

Aos 34 anos, Hélio pode competir na Indy 500 mais cinco vezes (senão mais). Quem sabe não veremos o piloto da Penske escalar outras vezes o alambrado do circuito americano para então se tornar o maior campeão da corrida. É esperar para ver.



Escrito por Léo às 00h44
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Rien à dire...

Seat girls - RJ41 Productions from RJ41 on Vimeo.



Escrito por Léo às 18h52
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Bons tempos...

Passeio de helicóptero e honra de falar com Senna


Eu, Ana Paula, Jay (falta o Christian para completar os quatro "Adoráveis") e Tia Monika. Saudade daquela época

 

Na época, meus tios e a minha mãe trabalharam para a empresa promotora do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, como responsáveis pelo credenciamento de cerca de 7.000 pessoas, menos dos jornalistas, que circulavam pelo autódromo durante o fim de semana da corrida. Desde os policiais, bombeiros, faxineiros e seguranças, até as empresas de buffet e convidados VIPs dos paddocks e “hospitality centers” (HCs).

 

Eu e meus primos - Ana Paula, Jason e Christian, apelidados de "Adoráveis" pelo meu tio Jorge - conhecíamos todos os seguranças do autódromo e sempre conseguíamos entrar onde, teoricamente, não poderíamos. Tanto que, assim que terminava a corrida, enquanto os pilotos faziam a volta de comemoração, saíamos correndo para assistir ao pódio do pit-lane, onde, teoricamente, só as equipes poderiam estar.

 

Depois do emocionante pódio do GP do Brasil, de 1991, minha tia que era chefe de credenciamento da corrida brasileira, foi convidada para voltar ao Hotel Transamérica, onde ficava toda a estrutura de organização, de helicóptero e chamou eu e meus três primos para irmos juntos.

 

A nossa surpresa foi chegar ao heliporto do autódromo de Interlagos e darmos de cara com ninguém menos que Ayrton Senna. Parece que foi hoje. Ele estava de calça jeans, tênis branco, uma camisa de manga cumprida dobrada na altura do cotovelo e seu inseparável boné do Banco Nacional.

 

Senna estava encostado em um carro conversando com outra pessoa. Lembro que eu suava frio, afinal estava diante do meu maior ídolo. O cumprimentamos e ficamos esperando os helicópteros chegarem. Durante os dez minutos, que mais pareceram dez horas, meu primo mais novo ficou imitando todos os gestos que o Ayrton fazia enquanto conversava. Fato este que fez o próprio piloto dar risada ao perceber.

 

Não tínhamos nem máquina, nem papel, nem caneta, nem nada para tirar uma foto ou pedir um autógrafo sequer! Mas a melhor lembrança que guardo daqueles momentos está guardada em um lugar bem mais seguro e do qual nunca será apagado ou retirado: a minha memória.



Escrito por Léo às 22h40
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



O prazer do cansaço e a força da saudade

 

A semana foi exaustiva. Casa redação; redação casa. Direto, sem outras paradas. Mas valeu a pena. Valeu a pena cada segundo de falta de sono, valeu a pena dormir menos de seis horas por noite ao longo dos últimos cinco dias. Já dizia Fernando Pessoa: “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena” (desculpem, mas não consegui evitar).

 

Há quatro anos e meio eu não sentia esse tipo de deleite na fadiga, desde a minha última cobertura da Fórmula 1. É a semana mais estafante e mais gratificante do ano, eu costumava dizer. Estes últimos sete dias também foram assim.

 

Não tenho palavras para descrever a emoção que senti ao fazer um especial sobre o maior ídolo recente do Brasil, e meu ídolo pessoal, com a quantidade de material levantado, o número de entrevistas e histórias publicadas (sem contar as que ficaram de fora), as curiosidades que pudemos passar aos internautas... foi realmente uma experiência ímpar.

 

Não estranhe o “pudemos”. Não virei jogador de futebol que fala na primeira pessoa do plural; “a gente está trabalhando”, “nós vamos nos esforçar” (sei que eles falam “a gente pudemos” e “nós vai”, mas quis dar uma força). É que tive a honra de escrever este especial com outras duas feras do jornalismo esportivo, especificamente automobilístico. Rafael Lopes e Alexander Grünwald. Impressionante o que estes dois caras manjam de corrida de Fórmula 1 e de Ayrton Senna.

 

Bom... e dele, falar o que dele? Falar que eu me tornei jornalista por causa dele? Falar que, na verdade, eu queria ser como ele, piloto de Fórmula 1? Falar que só chorei mais do que naquele terrível 1º de maio de 1994 quando meus avôs e meu primo seguiram o caminho dele? Falar que a cada manhã de domingo a saudade aumenta e nos sentimos cada vez mais órfãos? Acho que não preciso.

 

Acho que muitas das alegrias que tive na infância tiveram alguma relação com ele. O vazio criado pela ausência foi o combustível para criar ânimo quando os olhos já estavam praticamente fechados e a cabeça parecia não querer obedecer aos pensamentos. Este especial foi feito com muita dedicação e muita vontade. Ainda é muito pouco, mas é um humilde modo agradecer pelas inúmeras manhãs de domingo alegres que ele nos proporcionou. Então só me resta dizer uma coisa.

 

Muito obrigado tricampeão. Muito obrigado Ayrton.



Escrito por Léo às 21h48
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]